“No Brasil, especialmente na região Norte, existem materiais que podem ser adicionados ao cimento, conhecidos como adições. As pozolanas amazônicas, por exemplo, estão entre as mais reativas do mundo. Isso faz com que os cimentos brasileiros emitem, em média, 11% a menos de CO₂ do que os produzidos em outras partes do planeta”. Para Rodrigues, isso posiciona o Brasil como referência em sustentabilidade dentro da indústria cimenteira global.

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