A arborização e os padrões construtivos, por exemplo, influenciam diretamente o conforto térmico das escolas, mas escapam da competência exclusiva da educação. “Empurrar demandas ambientais para a escola, sem redesenho urbano e apoio institucional, tende a produzir pouco efeito prático no curto prazo”, afirmou.

Deixe um comentário