A caravana seguiu por terra de Sinop, no Mato Grosso, até o sudeste do Pará, cruzando o território Kayapó, e parou em Trairão, no sudoeste paraense, para atividades com agricultores familiares e lideranças Munduruku. Em seguida, avançou até Miritituba, distrito portuário de Itaituba, às margens do rio Tapajós, onde realizou ato público. Depois, o grupo seguiu para a Ilha das Ilage, território sagrado do povo Tupinambá, no oeste do Pará, onde ocorreu o Grito Ancestral, ação cultural em defesa dos rios e dos territórios.

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