De acordo com a PC, a fraude era facilitada por pagamentos irregulares a vistoriadores credenciados e alinhamento com funcionários de repartições públicas. Os agentes revelaram que vistoriadores inseriam dados falsos nos laudos de veículos, utilizando fotografias obtidas na internet ou em concessionárias, sem que os carros tivessem passado por vistorias presenciais.

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