Para Wendril Kalloan, roteirista da série de ficção Salve Rainha, do Amazonas, o projeto ocupa um lugar estratégico no mercado por trazer uma narrativa regional autêntica, emocionalmente potente e capaz de dialogar com qualquer público. “A Amazônia não é só um cenário para mim, é a força motora do meu trabalho. Suas narrativas têm identidade, emoção e intenção, e ainda são pouco exploradas. O FERA é um catalisador, uma ponte com players importantes para mostrar que nós existimos. As narrativas amazônicas têm exatamente o que o mercado busca: identidade forte, territorialidade, conflito real e estética diferenciada. Estamos chegando lá”, afirma.

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