As investigações apontam que Ivanete usava a condição de pastora evangélica para ganhar a confiança das vítimas, duas idosas de 79 e 87 anos, ambas evangélicas e com baixa escolaridade. A partir desse vínculo, ela exigia que as vítimas repassassem quantias em dinheiro sob o falso pretexto de ajudar financeiramente um suposto noivo estrangeiro, que, segundo ela, estaria preso pela Polícia Federal.

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