A consultora destaca que, para quem ainda não investe ou está começando, o mais importante é construir uma base sólida. “A orientação é começar pelo básico, com produtos como RDC pós-fixado e fundos DI. Depois, organizar uma reserva de emergência, que cubra pelo menos seis meses das despesas e fique aplicada em produtos com liquidez”, afirma. Ela também reforça a importância de investir de forma gradual, com aportes mensais, e de buscar educação financeira, entendo conceitos como CDI, IPCA, volatilidade e os diferentes tipos de risco, como crédito e liquidez, só depois, diversificar aos poucos. “Dessa forma, é possível aproveitar o momento dos juros altos com mais segurança e planejamento”, conclui.

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