A primeira condenação de Bruno Mafra, em primeira instância, ocorreu em 2024. Ele recorreu, e a jovem, junto à outra vítima, optou por se manter em silêncio enquanto aguardavam a decisão de segundo grau. “Ontem saiu a confirmação da sentença, foi pública”, afirmou ela, destacando que a condenação é de segunda instância e foi unânime entre as desembargadoras.

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