“Quando eles fizeram a barragem, a água acabou. E aí eu tive que ir lá para o rio. Ali só tinha jacaré onde eu estou com a casa agora ali. Quando eu chego lá no rio, a água não presta pra nós beber. Nem pra nós banhar. Não tem outra não, porque do rio dá coceira”, afirma o pescador Paulo Sérgio, que hoje depende de galões de água potável fornecidos emergencialmente pela Norte Energia, concessionária da usina. Ele conta que as tentativas da empresa de instalar um poço artesiano e uma bomba de filtragem no local não funcionaram.

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