“O Marajó está contido na maior faixa contínua de manguezais protegidos do planeta. É uma região de alta biodiversidade, com espécies de aves, mamíferos, botos, baleias, as duas espécies de peixe-boi com ocorrência confirmada no Brasil, além de tartarugas e peixes. É uma floresta de manguezais com árvores de 50 metros de altura. O Marajó é riquíssimo em biodiversidade”, afirma a bióloga Renata Emim, presidente e fundadora do Instituto Bicho D’Água, organização que atua no monitoramento e resgate da fauna aquática na costa paraense.

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