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Oriximiná e Terra Santa são reconhecidos como áreas livres da mosca-da-carambola




Oriximiná e Terra Santa são reconhecidos como áreas livres da mosca-da-carambola
Agência Pará/Divulgação
Dois municípios do oeste do Pará, Oriximiná e Terra Santa, passaram a ser oficialmente reconhecidos como livres da mosca-da-carambola, uma das principais ameaças à produção de frutas. A confirmação foi publicada nesta terça-feira (17), por meio de portaria do Ministério da Agricultura no Diário Oficial da União.
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Além deles, também receberam o reconhecimento Breves, Curralinho, Melgaço e Portel, no arquipélago do Marajó. No entanto, o destaque para a região oeste reforça o avanço no controle da praga em uma área estratégica para a fruticultura paraense.
A mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae) ataca diversas frutas, como manga, goiaba e cítricos, podendo causar prejuízos e até limitar a comercialização dos produtos. Por isso, o combate ao inseto é considerado essencial para manter a produção e a economia local.
O reconhecimento é resultado de anos de trabalho em campo, com monitoramento constante, instalação de armadilhas e fiscalização no transporte de produtos agrícolas, além de orientação aos produtores.
Segundo o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, o resultado mostra que o controle tem sido eficaz.
“Esse reconhecimento confirma que conseguimos eliminar focos da praga nessas áreas. É um avanço importante para garantir segurança à produção”, afirmou.
A diretora de Defesa e Inspeção Vegetal, Lucionila Pimentel, também destacou os impactos positivos para a região.
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“Fortalece a proteção das lavouras e dá mais tranquilidade para quem vive da produção de frutas”, disse.
Apesar do avanço em Oriximiná e Terra Santa, o trabalho continua no oeste do estado. O município de Almeirim segue em área de quarentena, com fiscalização intensificada para evitar a disseminação da praga.
A manutenção dessas áreas livres é fundamental para proteger a fruticultura e evitar prejuízos aos produtores da região.
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