Entre as obras, um autorretrato da artista estabelece diálogo direto com as narrativas das mulheres fotografadas, funcionando como um espelho das lutas compartilhadas por defensoras ambientais, comunicadores e povos tradicionais. Esses grupos estão entre os principais alvos de assassinatos no país, segundo dados de organizações da sociedade civil, que apontam o Brasil como um dos países mais perigosos do mundo para defensores de direitos humanos, com Pará e Maranhão entre os estados que concentram esses crimes.

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