O 4º Encontro representa um marco dentro de uma formação construída em etapas. No primeiro encontro, em 2024, o foco esteve no reconhecimento coletivo do ofício, no fortalecimento dos vínculos entre os mestres e na afirmação da cultura ribeirinha como patrimônio vivo da Amazônia. O segundo encontro avançou em debates estruturais, como direitos autorais, uso de redes sociais, inserção no mercado e economia criativa, além de promover intercâmbio com outros saberes tradicionais, como os artesãos de brinquedos de miriti. Já o terceiro encontro preparou os abridores para atuar como educadores, sistematizando metodologias de ensino e viabilizando a circulação nacional desse saber por meio de oficinas em centros culturais e escolas de diferentes regiões do país.

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