“Nós somos um movimento artístico de rua, autoral, dos becos… que fala da gente, enquanto pessoa, para expressar isso dentro do nosso cotidiano que é viver na cidade de Belém do Pará, no meio da Amazônia. Nossos atravessamentos afetivos e artísticos reverberam em locais e pessoas que talvez nem conheçam a Amazônia para entender de fato o que estamos transmitindo com a nossa arte”, pontua o artista.

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