Para quem chega ao Pará, a imersão passa por sabores que tremem na boca, trilhas que seguem o ritmo da maré, manhãs de carimbó no quintal e oficinas conduzidas por ribeirinhos, mestres da cultura popular, artesãs, agricultores e jovens extrativistas. É banho de cheiro com ervas e folhas da Amazônia, cacau selvagem que nasce na floresta, açaí colhido do pé e preparado ali mesmo, na beira d’água.

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