Além da preservação da memória gráfica das embarcações amazônicas, o projeto atua na geração de renda e no fortalecimento desses mestres ribeirinhos, com oficinas de formação, capacitações em direitos autorais, precificação e economia criativa, além da circulação nacional dos artistas. Em 2025, o projeto “Letras que Navegam – Oficinas de Letras Amazônicas pelo Brasil” percorreu oito capitais brasileiras com oficinas, demonstrações ao vivo e rodas de conversa conduzidas pelos próprios abridores.

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