Celeiro sonoro, o Norte do Brasil se consolida como uma cena fértil de experimentações musicais que reforçam a potência e a criatividade dos sons nascidos na floresta. O AMAJAZZON 2025, festival internacional de jazz realizado em Belém entre 28 e 30 de novembro, além de reunir grandes nomes da música instrumental internacional, lança holofotes sobre encontros sonoros surgidos na Amazônia, como o grupo amapaense Marrecos Land, a artista amazonense Tainá e i o u e a Amazônia Jazz Band, do Pará. Juntos, eles apresentam diferentes caminhos da música instrumental amazônica, que vão da pulsação dos tambores às paisagens experimentais, noise e big band, apontando a região como um dos lugares mais inventivos da música brasileira.

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