Ao estrear no Psica, Cleide também chega a um dos palcos que mais têm projetado artistas da cena amazônica para fora do estado. Para ela, que construiu carreira em festas de bairro, radiolas e eventos independentes, ocupar esse espaço representa um avanço pessoal e também coletivo, especialmente para mulheres que ainda enfrentam barreiras dentro do reggae.

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