Para o movimento, essas propostas configuram uma “venda da floresta”, retirando a autonomia dos povos indígenas e abrindo espaço para a entrada de empresas e intermediários em seus territórios. Eles argumentam que tais iniciativas não abordam a raiz dos problemas climáticos, como o desmatamento industrial, o garimpo ilegal, a construção de hidrovias e a expansão da monocultura de soja.

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