Em nota, o Projeto Saúde e Alegria disse que “já esperava, confiando na justiça do nosso país, e põe um final num processo de acusação injusta, sem provas, que tentou de forma arbitrária colocar a culpa pelas queimadas na Amazônia em que estava exatamente lutando para combatê-la. Ou seja, queriam culpar os ativistas, os brigadistas e ONGS quem estava combatendo as queimadas, inclusive somando esforções com órgãos públicos da região. Foi uma estratégia para tentar criminalizar o ativismo, manchar a imagem de organizações sérias como o Projeto Saúde e Alegria que há anos vem lutando em defesa da Amazônia e seus povos. Após tanto tempo de investigação, não foram encontradas provas de irregularidades. A sociedade civil tem papel importante na defesa das causas socioambientais, em alertar sobre o que vem acontecendo e atuar para buscar soluções, e não pode ser criminalizada por defender as causas socioambientais, ainda mais em tempos de mudanças climáticas.”

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