As primeiras atividades acontecem entre os dias 7 e 10 de fevereiro, em dois terreiros de Belém, com o objetivo de apresentar instrumentos, histórias e fundamentos do toque sagrado, respeitando os limites e segredos das liturgias religiosas. “Formar mulheres para tocar axé não tem a ver com disputa com os homens, mas com oportunidade. Muitas vezes, a gente não chega ao tambor porque não é incentivada”, afirma Brena.

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