“O Psica nasce da feira, da periferia, da criatividade amazônica, que nunca precisou de aval do centro para existir. É fruto da juventude preta, indígena, periférica, LGBTQIAPN+, que transformou o improviso em política cultural de alcance internacional. Hoje reconhecemos um festival decolonial na essência, que coloca a Amazônia no centro, gera trabalho, movimenta a economia criativa e afirma nossas identidades”, afirma.

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