Profissionais da saúde que atuam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Belém denunciam estão há quatro meses sem receber salários e verbas rescisórias. Segundo os relatos, médicos, enfermeiros e técnicos contratados por organizações sociais vivem uma situação crítica desde junho, sem previsão de regularização.

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