“A arquitetura hostil é uma verdadeira violência e vandalismo contra essas pessoas já tão vandalizadas pela sociedade. Para a população em situação de rua, tal prática significa ter, no local onde dormia ou se abrigava, obstáculos pontiagudos expulsando-a sem qualquer alternativa ou diálogo, arrancando-lhes o mínimo de dignidade que lhe restou e prejudicando o direito constitucional de ir e vir”, justificou a parlamentar no projeto.

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